Pedal sob chuva forte
Acordo ontem com TESÃO de pedalar. Pós-feriado, começo da tarde, vou dar uma esticadinha até Mairiporã. Calça, meia, sapatilha, jersey, bandana, capacete, luvas e óculos. Pronto!. Chego na porta da garagem e KABBBRRRUUMMM, despenca a chuva.
Como não sou ciclista de papel, subo na bike e vamos que vamos, pedala, pedala, pedala. É água de todo lado, quero um limpador de para-brisas no meu óculos. Vamos que vamos, chego na Fernão Dias a chuva dá uma trégua e dá-lhe vento no peito molhado (isso vai dar em gripe). Paro em baixo de um viaduto, abro minha "ração", visto o manguito (tá esfriando, olha a gripe, ainda faltam 20 para chegar e 40km para voltar).
Na volta, desisto do vento lateral e de tomar banho dos caminhões, saio da rodovia e entro em Guarulhos. Casais agasalhados dentro de barzinhos aquecidos e eu lá com uma cachoeira no capacete. Então mais um dos grandes momentos do ciclismo: Paro no semáfaro, um carro encosta do lado, a esposa grita com o marido FECHA O VIDRO QUE ESTÁ CHOVENDOOOOO!!! eu olho para a filho do casal no banco de trás, um garoto com uns seis anos e trocamos uma risada. Faço um positivo e saio enfiando a roda na água e com a sensação de mais um garoto convertido ao ciclismo.
ps: Ah, hoje estou com gripe.